“Reforma da Previdência é dura, é profunda, mas necessária”, diz senador Zequinha Marinho

Publicado: quarta-feira , 23 de outubro 2019 18:32

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

 

Ao declarar seu voto na sessão do Senado que aprovou o texto-base da Reforma da Previdência (PEC 6/19), na terça-feira (22), o líder do PSC na Casa, senador Zequinha Marinho (PA), disse não se sentia confortável em votar a matéria, mas o faria por entender a necessidade do Brasil em retomar sua economia.

“É uma reforma dura, a mais profunda de todas e ninguém se sente confortável em votá-la, no entanto a nossa expectativa é de que esse seja o sinal necessário para o restabelecimento da economia, com a criação de novas vagas no mercado e oportunidades para os que estão desempregados”, justificou

O texto aprovado na Câmara sofreu algumas alterações no Senado, como a eliminação, por exemplo, das partes referentes ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), valendo, portanto, a regra atual; e a supressão da possibilidade da pensão por morte ser inferior ao salário mínimo, dentre outras.

De acordo com o governo, a reforma deve reduzir o rombo nas contas da Previdência Social, com uma economia de R$ 800 bilhões em 10 anos. Para isso, foi fixada uma idade mínima para aposentadoria (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) e extinguiu a aposentadoria por tempo de contribuição.

Com a idade mínima, o valor da aposentadoria será de 60% (da média de todos os salários) com 15 anos de contribuição. Cada ano a mais de contribuição, eleva o percentual em 2 pontos, podendo chegar a 100% para mulheres com 35 anos de contribuição e para homens com 40.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a proposta deverá ser promulgada em sessão do Congresso Nacional até 19 de novembro.

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